Dia Nacional de Combate a Sífilis

Dia Nacional de Combate a Sífilis

A SÍFILIS ou LUES é uma doença infecto-contagiosa sexualmente transmissível (DST) que pode levar à morte se não tratada a tempo. É causada pela bactéria Treponema pallidum e transmitida por meio das relações sexuais desprotegidas, de transfusões de sangue e de mãe para filho, em qualquer fase da gestação ou no momento do parto (sífilis congênita).

Informações e RECOMENDAÇÕES SOBRE a SÍFILIS que todos devem saber:

1. A enfermidade se manifesta em três estágios diferentes: sífilis primária, secundária e terciária. Nos dois primeiros, os sintomas são mais evidentes e o risco de transmissão é maior. Depois, há um período praticamente assintomático, em que a bactéria fica latente no organismo, mas a doença retorna com agressividade (sífilis terciária), acompanhada de complicações graves, causando cegueira, paralisia, doença cardíaca, transtornos mentais e até a MORTE.

2. O período de incubação, em média, é de três semanas, mas pode variar de 10 a 90 dias.

3. Os SINAIS E SINTOMAS da sífilis variam de acordo com cada estágio da doença.

4. A SÍFILIS CONGÊNITA — transmitida da mãe para o bebê na gestação — pode causar má-formação do feto, aborto espontâneo e morte fetal.

5. Antes de engravidar, as mulheres devem fazer exame para verificar se são portadoras da doença.

6. O acompanhamento das gestantes e parcerias sexuais durante o pré-natal contribui para o controle da SÍFILIS CONGÊNITA.

7. UMA PESSOA PODE TER SÍFILIS E NÃO SABER, isso porque os sintomas podem aparecer e desaparecer, mas a doença continua latente no organismo. Por isso, é importante se proteger, fazer o teste diagnóstico e, se a infecção for detectada, tratar da maneira correta.

8. A sífilis é uma infecção curável, com tratamento relativamente simples, mas pegar uma vez não promove imunidade, ou seja, a pessoa pode ter a doença novamente caso for infectada.

9. Use camisinha em todas as relações sexuais. Essa é a maneira mais segura de se proteger contra a doença; ESTEJA ATENTO: a doença pode ser transmitida também nas relações anais e orais.

Fonte: Ministério da Saúde e Drauzio Varella (adaptados)

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