Análise de fragmentos (biópsias) ou órgão (peças cirúrgicas) retiradas do corpo humano através de um procedimento cirúrgico. Consiste de uma análise macroscópica e microscópica onde o médico patologista dá um diagnóstico final. Importante para o diagnóstico de câncer e doenças infecciosas.

Exame citológico das células do colo uterino e vagina retiradas através de um raspado das superfícies epiteliais e colocadas em uma lâmina. Esse exame permite que o médico patologista detecte sinais precoces do câncer de colo uterino, as chamadas lesões intra-epiteliais cervicais. Detectando a doença nessa fase inicial o tratamento é totalmente eficiente impedindo o desenvolvimento do câncer. Deve ser realizado anualmente por todas as mulheres.

Método que aprimora a qualidade do exame de papanicolau. As células coletadas no colo do útero são conservadas em um líquido preservante. A lamina é preparada no laboratório por uma máquina eletrônica que separa as células importantes de outros materiais que podem comprometer o exame. Essa lâmina permite um diagnóstico mais preciso e melhor das formas precoces do câncer do colo uterino que o método convencional.
Permite a realização de exames de Biologia Molecular com a mesma amostra.

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Análise de células isoladas retiradas de um órgão através de uma PAAF (punção aspirativa por agulha fina). A PAAF é normalmente realizada guiada por ultrassonografia. É feita a aspiração de células de um órgão que são então colocadas em uma lâmina e analisadas pelo médico patologista com o objetivo de diagnosticar células cancerígenas. Os órgãos mais comumentes submetidos a PAAF são a glândula tireóide, a mama, os linfonodos e as glândulas salivares.

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Cerdil – Diagnósticos Avançados
Rua Hildo B. Duarte, 81
Centro – Dourados/MS
(67) 3420-5900

 

Clínica Radiológica Santa Maria
Rua Oliveira Marques, 1630
Jardim Central – Dourados/MS
(67) 3422-3980

Pesquisa de células neoplásicas e/ou agentes infecciosos em líquidos corporais como urina, líquido pleural, líquido ascítico, líquido céfalo-raquidiano, escarro.

Exame realizado durante a cirurgia quando o médico cirurgião necessita de um diagnóstico rápido para saber se um tumor é benigno ou maligno. O médico patologista vai ao centro cirúrgico e realiza o exame de congelação dando o diagnóstico durante a cirurgia permitindo que o cirurgião realize o tratamento mais adequado para aquele tumor. Perrmite que o paciente tenha o diagnóstico e o tratamento adequado na mesma cirurgia.

O exame imuno-histoquímico é uma reação antígeno-anticorpo para detecção de marcadores de células dos tumores, identificação de tecidos ou resposta a determinados tratamentos. A célula neoplásica tende a copiar a célula normal, porém, às vezes ela é tão indiferenciada que não permite seu reconhecimento ao microscópio. O exame imuno-histoquímico auxilia subtipar e classificar os tumores para melhor orientação do tratamento.

Exame utilizado para identificar anticorpos depositados nos tecidos nas doenças auto-imunes. Utilizado no diagnóstico de doenças dos rins e da pele como o lupus eritematoso, glomerulonefrites, e pênfigos.

  • Ginecologia – Citologia em meio líquido (ThinPrep)
    • Pesquisa de agentes patológicos;
      • Pesquisa do vírus HPV;
      • Vírus herpes tipo 1 e 2;
      • Chlamydia trachomatis;
      • Neisseria gonorheae;
    • Perfil trombogênico: inclui Fator V, MTHFR, Mutação da protrombina;
    • Oncoproteínas E6 e E7;
  • Oncohematologia
    • BCR-ABL quantitativo e qualitativo;
    • Mutação JAK2V617F;
    • Clonalidade de células B e T;
    • Marcadores biomoleculares em LMA e LLA;
    • Citometria de fluxo (Leucemias agudas, doenças linfoproliferativas, HPN);
  • Infectologia
    • PCR Herpesvirus (HHV-1, HHV-2, HHV-6), CMV, HIV, HCV, HBV, HTLV, Parvovírus B19
  • Oncologia tumoral
    • FISH gene HER 2
    • FISH gene MDM2
    • BRAF – Mutação V600E
    • C-kit – Mutação  pontual D816V
    • Pesquisa de mutação para o gene KRAS
    • Pesquisa de mutação para o gene EGRF
    • Instabilidade de microssatélites – Síndrome de Lynch
    • BRCA1 e 2 – carcinomas de mama e ovários (Judeus Ashkenazi)
  • Oncohematologia
    • BCR-ABL quantitativo e qualitativo;
    • Mutação JAK2V617F;
    • Mutação do gene da calreticulina;
    • PML para quantitativo e qualitativo;
    • Mutação do gene ABL;
    • Mutação JAK exon 12
    • Mutação do gene CEBPA
    • N-MYC
    • PDGFR/FIPL1
    • Clonalidade de células B e T;
    • Marcadores biomoleculares em LMA e LLA;
    • Citometria de fluxo (Leucemias agudas, doenças linfoproliferativas, HPN).
  • Ginecologia – Citologia em meio líquido (ThinPrep)
    • Pesquisa de agentes patológicos;
    • Pesquisa do vírus HPV;
    • Vírus herpes tipo 1 e 2;
    • Chlamydia trachomatis;
    • Neisseria gonorrhoeae;
    • Ureoplasma (Ureoplasma urealyticum);
    • Micoplasma (Mycoplasma hominis).
    • Perfil trombogênico: inclui Fator V, MTHFR, Mutação da protrombina;
    • Oncoproteínas E6 e E7;
  • Hematologia e Oncohematologia;
    • Cariótipo com banda G tumoral (Material medula óssea);
    • Cariótipo com banda G para síndromes de quebra cromossômica (Material sangue periférico);
  • Neonatologia e Medicina Fetal;
    • Cariótipo com banda G de sangue de cordão e de líquido aminiótico
  • Pediatria;
    • Cariótipo com banda G constitucional;
  • Obstetrícia;
    • Cariótipo com banda G de material de aborto (vilosidade coriônica, pele fetal);

Exame solicitado pelo médico para identificar a causa morte do paciente quando a avaliação clínica e exames laboratoriais não permitiram saber qual a doença que levou o paciente ao óbito. Realizado pelo médico patologista.

Exame que possibilita investigar vínculo genético envolvendo filho, suposto pai e/ou suposta mãe de um indivíduo. O DNA transmite as características hereditárias dos pais para os filhos. A maioria das informações genéticas é idêntica em todos os indivíduos da mesma espécie. Existem, entretanto, regiões repetitivas polimórficas, as STR´s (“short tandem repeat”), que se constituem em marcadores genéticos utilizados no teste de paternidade.

Através da análise comparativa destas regiões do DNA de um indivíduo com o do suposto pai ou mãe é possível estabelecer a ausência do vínculo genético.

Para obter maiores informações sobre instruções e agendamento, entre em contato conosco.

Diagnóstico e monitoração terapêutica para leucemias, linfomas, mieloma múltiplo, síndrome mielodisplásica entre outras neoplasias hematológicas.

O estudo do cariótipo também possibilita uma variedade de indicações incluindo: retardo mental, possível síndrome de Down, baixa estatura ou amenorréia primária (síndrome de Turner), abortos de repetição, infertilidade, várias anomalias congênitas, determinação do sexo e muitos outros.

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